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Ele: “Hum... sim, é uma obra a vários títulos notável. As duas peças, a de exterior e a de interior, reencenando preocupações temáticas e formais sem todavia esquecer a sua inserção concreta. Repara como a peça convergente consiste numa aproximação feliz ao universo pré-
-funcionalista, fazendo sentir a presença dos motivos insistentes da fragmentação e da intropatia mais jactante, enquanto a divergente, na sua magnitude grave, deixa que nela se projecte um sentimento de espera. Fabulosa capacidade de reinvestir uma densidade dramática que poucos artistas de hoje conseguem fazer com este telurismo e este sentido único de dramaturgia.”
Ela: “Tenho fome.”
4 comentários:
Thanks. Come back any time.
E o texto dele... é teu? Que rico vocabulário:) eu por acaso acho que ela deve ter razões para ter fome:)...
O texto é meu, é dele e de quem o apanhar. Uma pequena ode aos críticos de arte e quejandos. Uma pequena queijada analítica para te deliciar, pequena m. Já quando era pequeno exclamavam: "Que riqueza (vocabular)!". Hoje é mais bolos.
;)deliciada, muito, mas se puder ser antes um pastel de nata, quentinho e com canela... I'll be at your feet!
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