A felicidade interrompida do casal num dia aziago de Outono

Um filme emocionante, recheado de intriga, paixão e… horror!
O mito, o susto, as deixas memoráveis, num clássico que teima em ser esquecido!
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Um filme emocionante, recheado de intriga, paixão e… horror!
O mito, o susto, as deixas memoráveis, num clássico que teima em ser esquecido!
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Quinta-feira

Quarta-feira
No fundo sabemos que tudo vai acabar por correr bem, tudo se resolve. Mas o que nos ocupa a mente e aperta o estômago é a pequena eventualidade de tudo correr mal. Hoje houve um sinal de que as coisas iriam melhorar, e mesmo que seja uma promessa incumprida, só o facto de sentir que o mundo se move é razão para rasgar um abraço de gratidão. Ao ar, ao colega do lado, à fortuna matreira. É realmente imperceptível o laço que estabelecemos com quem ocupa os nossos dias sem nunca ser elevado à condição de “amigo”. Olho para toda a gente de forma diferente. Com compaixão e agradecimento. Bom, não para toda a gente. Estou deprimido, não fiquei estúpido. Aqui se definem prioridades e se espanta a frieza de próximos que não o são e que estão demasiado emaranhados na auto-importância dos seus dias. Pois deixem-me que vos diga: não vale nada. Quando a vida é crua, não vos vale de nada, podem bem enrolar-se a um canto e esperar que o frio passe e que o estômago se desentrelace. Um dia a anestesia perde o efeito. E então? Não vão querer um regaço, um conselho, o conforto de quem sabe que a dor se vai embora? Porque o vosso sangue de barata não vos vai aquecer.

A vida é surpreendentemente flexível.Etiquetas: Ego

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